PAZ

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Há algum tempo atrás, estava procurando um vídeo no YouTube para fazer um trabalho da faculdade e meio que ‘por acaso’ encontrei um comercial que, na verdade, não tinha nada a ver com o tema do trabalho. Porém, como o tempo corrido mais que um maratonista, acabei esquecendo. Até que, perambulando por ai, “reencontrei” o vídeo e prestando um pouco mais de atenção, percebi que era, ainda é, incrivelmente criativo, inteligente e te faz refletir um pouco sobre o tema. Ultimamente, especialmente nos dias atuais, tudo o que vemos diariamente são noticias relacionados à morte, violência assaltos… Chega a ser maçante assistir aos noticiários e leva a pensar, até quando isso continuará?

Esse comercial não tem mulher de biquíni, não tem cachorro, não tem criança, não tem bebezinho. Esse comercial não tem casal, não tem beijo, não tem família tomando café da manhã. Esse comercial não tem música de sucesso, não tem efeito especial, não tem tartaruga jogando bola. Esse comercial não tem gente famosa, nem garoto propaganda. Porque esse comercial é para vender um produto que ninguém precisa ser convencido a comprar… que você adora consumir você até já comprou só que não estão entregando. É um produto que não tem marca, não tem slogan, não tem embalagem, nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”. Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro. Aliás, seria muito bom se esse comercial pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ! E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim: Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa e use no trânsito, use na fila do banco, use no elevador, use no futebol. PAZ é um produto interessante! Porque quanto mais você usa, mais você tem. E se todo mundo usar quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise fazer um comercial para vender a PAZ.
*Comercial criado por Washington Olivetto

 

Beijos,

Maiara Amaro

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Flóra Borsi e a ‘Viagem no Tempo’

Sou só eu, ou mais alguém aqui tem vontade de viajar no tempo? Vontade de reviver um tempo em que não viveu ou testemunhar algum fato histórico muito ‘sinistro’ ou grande momento da história, tipo o primeiro show dos Beatles? Digamos que 70% dos meus ídolos morreram antes que eu tivesse a oportunidade de vê-los ao vivo, seja tocando, pintando ou representando. É complicado ser fã de quem já morreu 😦  Eu, se pudesse voltar no tempo, acho que  o primeiro show que eu iria seria no 1# Rock In Rio, em 1985, ou no Festival de Woodstock, talvez a Idade Média… Enfim, infinitas possibilidades.

Assim como a maioria dos mortais, suponho eu, a fotógrafa húngara Flóra Borsi compartilha desse desejo, do contrário, ela representa muito bem, e parece ter resolvido esse “problema”, de uma maneira divertida e criativa, com a série Time Travel,publicado no BehanceInstagram, Facebook e Twitter. Photoshopicamente, ela se inseriu em imagens famosas e sempre aparecendo com uma Máquina Digital ou Smartphone etc. tentando registrar o momento.5bb81742135dc29ccdfdafeb30bbb088

Ela diz que se inspirou em uma teoria que circula na internet sobre um viajante no tempo que, acidentalmente, foi filmada falando ao celular no filme O Circo, de Charlie Chaplin. O link para o vídeo segue  aqui. O resultado é bem interessante, porém, contudo, entretanto, todavia  a vontade de estar lá continua… Dá uma olhada nos trabalhos dela.

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Marilyn Monroe

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As imagens são do perfil dela no Behance. Ficaram bacanas né? Bacana, ainda se fala isso? o.O Enfim…

Beijos,

Maiara

A sobra e a falta

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Falta um bocado de coisa neste mundo. E sobra outro tanto. Falta bom senso. Falta verdade. Falta respeito. Falta vontade. Falta educação. Falta saúde. Falta amor. Falta sinceridade. Falta igualdade. Falta paixão pelas coisas e pelas pessoas. Sobra egoísmo. Sobra estupidez. Sobra crueldade. Sobra desonestidade. Sobra preguiça. Sobra falta de caráter. Sobra achar que o mundo inteiro tem culpa das suas pequenas derrotas. Ainda dá tempo de mudar. E as mudanças, ainda que pareçam invisíveis num primeiro momento, começam dentro da gente. Sim, é clichê, banal, frase feita e o escambau: mas tudo começa aqui dentro, aí dentro. Uma hora a gente tem que fazer acontecer, senão a vida passa e acontece sozinha, sem o personagem principal, que é você.

Quem escreveu o texto? Clarissa Corrêa. Ela escreve crônicas, contos, receitas, bilhetes, cartas, cartões, títulos, textos e, se bobear, até bula de remédio. É redatora publicitária e autora dos livros ‘Um Pouco do Resto’, ‘O Amor é Poá’ e ‘Para todos os Amores Errados’.Quer saber mais? Acompanhe @clariscorrea e www.clarissacorrea.com.

Beijos,

Maiara