PAZ

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Há algum tempo atrás, estava procurando um vídeo no YouTube para fazer um trabalho da faculdade e meio que ‘por acaso’ encontrei um comercial que, na verdade, não tinha nada a ver com o tema do trabalho. Porém, como o tempo corrido mais que um maratonista, acabei esquecendo. Até que, perambulando por ai, “reencontrei” o vídeo e prestando um pouco mais de atenção, percebi que era, ainda é, incrivelmente criativo, inteligente e te faz refletir um pouco sobre o tema. Ultimamente, especialmente nos dias atuais, tudo o que vemos diariamente são noticias relacionados à morte, violência assaltos… Chega a ser maçante assistir aos noticiários e leva a pensar, até quando isso continuará?

Esse comercial não tem mulher de biquíni, não tem cachorro, não tem criança, não tem bebezinho. Esse comercial não tem casal, não tem beijo, não tem família tomando café da manhã. Esse comercial não tem música de sucesso, não tem efeito especial, não tem tartaruga jogando bola. Esse comercial não tem gente famosa, nem garoto propaganda. Porque esse comercial é para vender um produto que ninguém precisa ser convencido a comprar… que você adora consumir você até já comprou só que não estão entregando. É um produto que não tem marca, não tem slogan, não tem embalagem, nem faz promoção tipo “leve 3, pague 2”. Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no mundo inteiro. Aliás, seria muito bom se esse comercial pudesse passar no mundo inteiro. Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ! E enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim: Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa e use no trânsito, use na fila do banco, use no elevador, use no futebol. PAZ é um produto interessante! Porque quanto mais você usa, mais você tem. E se todo mundo usar quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise fazer um comercial para vender a PAZ.
*Comercial criado por Washington Olivetto

 

Beijos,

Maiara Amaro

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Midnight’s Dreams

No meu mundo encantado sou feliz. Retiro a máscara preta que coloco a cada noite antes de dormir tentando esconder a luz que me cega dos sonhos, e vivo sonhando que não estou só. No espaço imensamente vazio e branco tenho várias fotografias penduradas de momentos rodopios em que vivi.

Sirvo duas taças de chá de jazmin e passeio pelo meu mundo de flores onde um dia entrelaçaste teus dedos nos meus cabelos. Sou a rainha deste reino encantado!

Mas o que importa, se no final, me confronto e vejo que também sou a única habitante dele?

World of make believe (mundo de faz de conta)

It’s just that some dreams are too beautiful to talk about…


Other ones are too dark for me to try and remember…
And a few amount of ones… well they just faded away…
So many things I have lost, learned… so many times I have cried, laughed…
I still don’t know where to begin…

A minha fantasia de felicidade absoluta é demasiada infantil para ser praticável. Ou talvez eu seja demasiada cínica para a pôr em prática. Ainda assim, quando vôo para aquele fragmento do ontem, onde cheira a baunilha e a terra molhada, e onde ainda nos olhamos nos olhos, não há impossíveis que não desafiem a sua natureza…

Maybe then this will mean anything. I don’t want to stop fighting if I can still win.

Am I real?
Are you real?
Tell me what’s real!